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Sinais de que sua empresa cresceu além da planilha
Uma empresa cresce além da planilha quando o improviso que a trouxe até aqui começa a cobrar juros: decisões esperando o dono, números que ninguém confia, planos que só existem em conversas e a sensação de trabalhar mais para avançar menos. Estes são os sete sinais mais comuns — e o que cada um pede.
Metas na planilha, planos no caderno: o custo da gestão espalhada
Gestão espalhada é quando os elementos que deveriam conversar — indicadores, metas, causas e planos — vivem em lugares que não se enxergam: uma planilha, um caderno, um grupo de mensagens e a cabeça do dono. O custo não é estético: é decisão lenta, plano órfão, número sem dono e a impossibilidade de responder a pergunta mais básica da gestão — 'o que está fora do alvo e o que estamos fazendo a respeito?'
Rotina de gestão para dono de PME: o mínimo que funciona
Uma rotina de gestão mínima e suficiente para uma pequena empresa cabe em três compromissos: um olhar semanal curto nos números que mudam rápido, uma sessão mensal de uma hora para resultados, causas e planos, e uma revisão trimestral das metas. O que a faz funcionar não é a quantidade de reunião — é a constância e o fato de cada encontro terminar em decisão.
Análise de causa raiz na prática: como achar o porquê de um resultado ruim
Achar a causa raiz de um resultado ruim é perguntar 'por quê' até chegar em algo que você consegue atacar com uma ação concreta. O método cabe em quatro passos: descrever o desvio com número, listar os porquês candidatos, testar cada um contra a realidade e parar no porquê acionável — sem cair nas duas armadilhas clássicas: a causa disfarçada de problema e a justificativa ou culpa como causa.
Como definir metas para os seus indicadores sem chutar números
Uma meta bem definida nasce de três fontes possíveis: o seu histórico (o que a empresa já fez), uma referência externa (o que empresas parecidas fazem) ou uma necessidade do negócio (o que precisa acontecer para as contas fecharem). Chute é quando a meta não vem de nenhuma das três. Este guia mostra como usar cada fonte — e o que fazer quando você não tem nenhuma.
O que é adequação de gestão — e o que um diagnóstico dela mede
Adequação de gestão é o quanto a estrutura de gestão de uma empresa — indicadores, metas, causas e planos de ação — está completa e bem conectada. Um diagnóstico de adequação não avalia o resultado do negócio; avalia se existe um sistema capaz de melhorar o resultado: o que se mede, o que se quer alcançar, o que explica os desvios e o que está sendo feito a respeito.
Como saber se a gestão da sua empresa está boa? Um roteiro honesto para donos de PME
Uma gestão boa se reconhece por três sinais: você mede o que importa, cada meta fora do alvo tem um plano que ataca uma causa real, e você sabe dizer qual é o seu maior problema hoje. Este roteiro mostra como verificar os três na sua empresa em dez minutos — sem consultor e sem planilha nova.
Plano de ação que funciona: comece pela causa, não pela lista de tarefas
Um plano de ação funciona quando cada ação ataca uma causa verdadeira do problema — não quando a lista de tarefas é longa. Aprenda a montar o plano de trás para frente: primeiro o resultado que você quer mover, depois a causa que o explica, só então a ação. E o teste de duas perguntas que revela se o seu plano vai funcionar.
Indicadores para pequenas empresas: quais escolher, quantos bastam e por onde começar
Uma pequena empresa precisa de poucos indicadores bem escolhidos: de 3 a 5 por pessoa responsável, começando pelos números que definem se o mês foi bom. Este guia mostra como escolhê-los, o que cada indicador precisa ter para funcionar e por onde começar a medir ainda hoje — com o que você já tem.